Caminhar em trilhas, registrar impressões,  respirar fundo e rolar na grama… Essas foram as principais atividades desenvolvidas pela Escola Politeia em sua saída ao Jardim Botânico de São Paulo.

Na preparação escolar, uma semana antes da ida, no exercício formal e científico, refletimos sobre a importância dessa instituição para a preservação de espécies e sobre as diferenças entre as variedades. Uma experiência fascinante foi perceber que as folhas não são todas iguais, apesar de possuírem características classificatórias:

  • Cores, formas e texturas ganharam novos significados.
Lá no Botânico, seguimos nossos roteiros para aprofundar os conhecimentos estruturados. As atividades foram muito significativas e proveitosas para todas as pessoas presentes. As mais velhas criaram suas catalogações, observando com entusiasmo cada novo pedaço de descoberta. As mais novas soltaram seus instintos, transfigurando-se em animais selvagens ou em corajosos aventureiros.

Indiscutivelmente, o lugar é lindo e de extremo incentivo ao contato com a natureza e seus encantos. A harmonia entre as influências humanas e naturais correm intensamente pelos sentidos visuais, olfativos, sonoros e táteis com uma naturalidade gigantesca.

Na parada para o lanche, um dos momentos mais mágicos da conexão:

  • Rolar na grama e sentir seus pinicos pela pele, correr descalço e experimentar a humildade da umidade da terra, sentar e perceber a energia do Astro Rei no rosto e saber que quando ele brinca de se esconder, tudo fica deliciosamente mais gelado.

Como não poderia deixar de acontecer, houve quem sacou o celular para sua conexão virtual, rapidamente caída; perceber-se naquele lugar e poder contemplar a grandeza daquilo tudo valeu muito mais que qualquer realidade ampliada pela tecnologia humana.

Fica a dica: a quem não foi, vá! A quem já foi, volte!

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